Fala pessoal, aqui é o Victor e hoje vou trazer um mini report do torneio do dia 25/06/25 que ocorreu na Rock And Axe Geek Store.
Fui convidado a fazer esta postagem devido ao ineditismo do torneio em questão. O grande diferencial deste torneio era que para participar, todos os jogadores deveriam ter decks cujo valor não ultrapassasse o valor de 15 dólares na cotação do mínimo preço do tcgplayer. O limite de preço engloba main, side e extra decks somados, então este torneio permitiu a aparição de novos archetypes e cartas que são preteridos no formato atual (Advanced).
O principal objetivo desse post é mostrar os decks utilizados para quem não participou ter uma base para as futuras repetições desse torneio, que devem acontecer devido ao torneio ter caído no gosto dos participantes. A ideia é tentar repetir eventos em formatos diferentes numa frequência entre 1 vez a cada mês ou a cada dois meses.
Adicionalmente, vou contar um pouco de como foi a minha participação no torneio, para exemplificar o tipo de experiência que pode ser vivido pelos jogadores nesse tipo de formato.
Decklists
Primeiramente, vamos as decklists usadas no torneio e suas respectivas colocações no evento:
1º lugar – Victor Rodrigues – Floowandereze
2º lugar – Maurilio Carvalho – Purrely
3º lugar – Johnny Wong – Blue-eyes
4º lugar – Eliezer Miranda – Gren Maju
5º lugar – Johnatan Luis Mendes – Dino
6º lugar – Wanderson Ferreira – Blue-eyes Invoked
7º lugar – Luis Fernando Castro – Fire king
8º lugar – João Lucas Ezra – Cubic
9º lugar – Natanael Martins – Six Samurai
Deckbuilding
Para ajudar na montagem de decks pro futuro, resolvi falar um pouco das novas staples que surgiram com essa limitação de orçamento. Escolhi 4 em especial pela sua ampla utilização e a lógica por trás disso. Como o formato tem o deck custando no máximo 15 dólares, as principais staples vão estar relacionadas com o valor “permitido” pelo torneio, ou seja, dividindo os 15 dólares por 70 cartas (main, side e extra), temos o valor médio por carta de aproximadamente 21 centavos. Ou seja, algo é considerado caro nesse formato se ultrapassar muito essa média, e caso se decida utilizar muitas cartas acima desse valor, deverá ser pago o preço com a quantidade de cartas utilizadas no deck. Dito isso, vamos as staples:
Effect veiler: a melhor handtrap genérica disponível, boa contra a maioria dos decks. Essa versatilidade coloca essa carta como uma ótima opção num formato diverso e desconhecido. (Preço atual: U$ 0,26)
Ghost ogre & snow rabbit: acredito ser a segunda melhor handtrap genérica na faixa de preço a ser utilizada sem comprometer o resto do orçamento. (Preço atual: U$ 0,23)
Dark ruler no more: Um boardbreaker genérico que desliga múltiplas interações de uma vez, incluindo interações de negação. (Preço atual: U$ 0,23)
Dinowrestler Pankratops: Um boardbreaker versátil e que ataca dois tipos separados de interações, além de ser útil até mesmo em matchs de floodgates/traps. (Preço atual: U$ 0,13)
Claro que caso o valor total do orçamento para o deck mude, logo mudam também as staples do formato, no entanto a lógica da escolha por trás das cartas dificilmente irá mudar radicalmente.
Report
Para finalizar, vamos a minha experiência no torneio. Apresento primeiramente o resumo dos jogos:
Round 1 – Purelly – Maurilio Carvalho – (2×1)
Game 1 – (Comecei) – Fiz o combo e ele desistiu antes de mostrar o deck.
Game 2 – (Segundo) – Tomei o Noir inafetado comprando 2. Tentei forçar o noir para matá-lo com um dark hole, setar a trap de floow e tentar segurar a volta, mas fui parado por ogre e belle. Na volta morri pelo meu bicho que sobrou. Depois pensei que joguei mal, o certo seria passar sem fazer nada e esperar o noir voltar pro extra pelo efeito da trap. Tentando jogar eu habilitei o otk de purrely.
Game 3 – (Comecei) – Fiz o combo tomando ogre. No outro turno tomei ash na normal summon do turno dele, mas consegui segurar com um d.d. crow que busquei e um book of moon.
Round 2 – Gren Maju – Eliezer Miranda – (2×0)
Game 1 – (Comecei) – Fiz o combo e passei. Ele matou o enpen com um inspector boarder e uma carta que dava atk igual a defesa pra um monstro (aquela do Duel Links pros mais íntimos haha). Passou com um Macro Cosmos setado. Na volta matei o boarder e estabilizei o jogo novamente.
Game 2 – (Segundo) – Ele passou com Inspector Boarder e duas setadas. No meu turno matei o boarder e fiz ele comprar novamente uma das setadas com o efeito do Mega Raiza (Era uma mirror force que volta os monstros pra mão). Na volta ele ativou Pot of Extravagance, destrui algumas cartas com dangers, mas não conseguiu segurar a minha volta e desistiu.
Round 3 – Dino – Johnatan Luis Mendes – (2×1)
Game 1 – (Segundo) – Ativei Dimensional Shifter mas tomei oviraptor colocando 2 dinossauros lvl 4 em campo. Minha mão era 2 eaglen, 1 enpen e 1 trap de floow. Ele fez um Evilswarm Exciton Knight. Achei que ele não tinha nenhum rank 4 interativo. No meu turno comprei a spell contínua de floow, com isso consegui fazer uma tribute summon e controlar o jogo.
Game 2 – (Segundo) – Tomei todo o combo de Miscelanosaurus + Babycerasaurus. O resultado foi Naturia Beast, Evolzar Dolkka e Ultimate Tyranno Conductor. Não tinha a menor chance e desisti.
Game 3 – (Comecei) – Fiz o combo e setei todas as cartas da minha mão pra tentar camuflar a trap de floow. Não adiantou, tomei 2 Mystical Space Typhoon, 1 Twin Twisters e 1 Dinowresteler Pankratops, mas no final só sobrou um Tyranno pra ele e ganhei o jogo assim.
Round 4 – Blue – eyes – Johnny Wong – (2×0)
Game 1 – (Comecei) – Fiz o combo e passei. Tomei Dark Ruler no More, mas não foi o suficiente pra ele conseguir voltar pro jogo.
Game 2 – (Segundo) – Ele passou com 1 Blue-Eyes Spirit Dragon, 2 Effect Veiler na mão e a Majesty with Dragons of White, mas ele encerrou o turno sem setar essa última carta. No meu turno eu busquei um campo de floow mas tomei ogre. Com isso eu só teria chance se ele não soubesse como funcionava o Book of Moon contra efeitos lingering como o Effect Veiler e ativasse um segundo Veiler no monstro que eu desse alvo com o Book. Foi o que aconteceu e com isso pude voltar ao jogo. No turno dele tiveram várias interações, mas no final eu consegui estabilizar o jogo e no meu turno seguinte ele desistiu.
Minhas impressões sobre o torneio: Achei divertido ver cartas e archetypes que não via há muito tempo em jogo novamente. Eu gosto muito da parte de deckbuilding então acho legal ter uma experiência com alguma restrição para montar o deck e ter que pensar um pouco para conseguir adaptar outras cartas em relação as que já estamos acostumados no formato vigente. No entanto, tive pouco tempo para pensar sobre isso, então acabei jogando com um deck com pouco espaço pra essas mudanças. Se jogasse novamente iria tentar jogar com uma outra engine mais divertida e com espaço para testar novas tech cards. Tirando essas partes que gostei, existe algo meio ruim gerado pela limitação de orçamento que é existirem engines que fazem combos muito fortes e são baratas enquanto as cartas para tentar vencer esses combos não são tão baratas quanto essas engines. Talvez isso possa ser amenizado no futuro com alguma alteração no orçamento total dos decks, seja com acréscimo ou diminuição desse valor.
Espero que tenham gostado desse tipo de post diferente do que se encontra por aqui normalmente e que ele seja útil para nossos próximos eventos.
Além disso, se você gosta de acompanhar jogos do formato atual com comentários não deixem de conferir o nosso canal. Já tem vídeos com comentário do último CDD disponíveis no canal, então ajudem a gente com as suas views.
Tivemos nosso 3º Circuito Duel Domain nesse fim de semana, e temos algumas coisas pra falar sobre ele. Primeiramente quero agradecer a todos que participaram, tanto do Main Event quanto dos Side Events. Tivemos 29 jogadores no Main Event, alguns de Morrinhos e Goianésia, mas a grande maioria foi de Goiânia mesmo. No fim das contas, considero isso como um grande sucesso: conseguimos reunir muita gente para jogar esse hobby que tanto gostamos, e isso tudo foi por causa da comunidade em si. Então, muito obrigado! Segundamente quero agradecer também ao apoio da Rock and Axe Geek Store, em especial ao Lucas Machado, por ter ajudado a fazer esse evento acontecer, ajudando na organização, ao disponibilizar produtos, comidas, bebidas, e o setup de gravação que fizemos das partidas durante o torneio (mais na frente sobre isso), muito obrigado! E por último e não menos importante, dar os parabéns para o campeão do evento: Wanderson Ferreira, com o Blue-Eyes Primite!
Também tivemos alguns Side Events, com menção honrosa à Jade por ter ganhado 2 side events seguidos de GOAT! Parabéns!
Para começar a falar sobre o torneio em si: foram 5 rodadas de suíço com corte para o Top8. Além disso, os decks do Top8 foram:
3 Ryzeal Mitsurugi
2 Blue-Eyes Primite
2 Live-Twin Fiendsmith
1 Maliss
Achei bem interessante o meta do torneio, vemos que aqui temos decks muito fortes competindo, e ainda com a maior popularidade sendo Ryzeal Mitsurugi. Também tivemos decks bem diversos no suíço, como Cyber Dragon, Yubel, Traptrix, Fire King, e outros.
A classificação final do torneio foi:
1º Lugar – Wanderson Ferreira (Blue-Eyes Primite)
2º Lugar – Gabriel Thiago (Blue-Eyes Primite)
3º Lugar – Maurílio Carvalho (Maliss)
4º Lugar – Eu, GH (Live-Twin Fiendsmith)
5º Lugar – Victor Rodrigues (Ryzeal Mitsurugi)
6º Lugar – Luís Fernando (Ryzeal Mitsurugi)
7º Lugar – Marcos Paulo (Ryzeal Mitsurugi)
8º Lugar – Johnny Wong (Live-Twin Fiendsmith)
De novo, parabéns para o Campeão, e também para todos que pegaram o Top8.
Agora falarei um pouco sobre minhas decisões: a escolha do Deck e da Deck list em si; e sobre meu torneio.
Já postei antes sobre meu uso do Mitsurugi Fiendsmith. E como eu joguei o torneio de Live-Twin Fiendsmith, então obviamente tiveram alguns motivos que me fizeram desistir do Mitsurugi como engine primária. O primeiro de todos deve ser o motivo mais óbvio que existe: o Droll, inimigo nº1 do Mitsurugi. Apesar de que tomar Droll na engine Mitsurugi tendo o Fiendsmith como engine secundária não seja tão ruim assim, ainda é ruim. Mata toda a engine Mitsurugi, me obrigando a colocar 2 corpos na mesa, fazer Moon, e ir pro Fiendsmith. Porém, dependendo de onde eu tomar Droll, eu não consigo colocar 2 corpos na mesa fácil: ou eu não consigo colocar 2 corpos por ter usado normal summon no Aramasa, ou eu preciso dar normal summon de uma Hand Trap caso tenha começado de Habakiri/Prayers. De todo jeito, não é o ideal, e machuca o deck um pouco.
O segundo motivo é que eu não tava gostando muito de como o deck tava construído (na versão sem pré-preparation; com pré-preparation sofre mais ainda pro Droll). Como eu comentei no post anterior, o deck tinha algumas redundâncias que não se ajudavam tanto, apenas Prayers pareada com algum monstro de Mitsurugi era completamente absurdo. Tirando isso, a jogada sempre depende do Habakiri tributando Saji passar, e se tomasse alguma interação nisso (basicamente Ash e Droll) matava a engine inteira, o que me sobrava o Fiendsmith. E ainda tem o problema do Fuwalos, que basicamente me deixa jogar só de Mitsurugi, e nunca transicionar para o Fiendsmith. Ainda no último dia antes do torneio, eu vi outra versão do Mitsurugi Fiendsmith que me agradou muito, e me balançou um pouco sobre qual deck usar. Era uma versão com mais cartas de Mitsurugi, tendo Pré-Preparation com Aramasa e Kusanagi (diferente da ideia do Mitsurugi do último post que eu fiz), e com a adição do Futsu (o vídeo do Joshua Schmidtz me abriu os olhos sobre o uso dessa carta e do quão importante ela pode ser no deck mais puxado pro Mitsurugi). Mas, como eu não tive tempo de testar, eu decidi abandonar a ideia, e partir pro Live-Twin mesmo.
Os primeiros testes com o Live-Twin foram bons, percebi que ele era bem resiliente contra algumas hand traps populares, como Impermanence, Veiler e Droll, além de ter boas jogadas em volta do Nibiru. Claro, o deck não é perfeito, e quando essas hand traps são pareadas (ou seja, vêm combinações de 2 ou mais entre elas), o deck ainda vai sofrer de alguma maneira, mas só de perceber que essas hand traps sozinhas não fazem quase nada contra o deck, já foi um ponto muito positivo. Porém eu percebi que o Fuwalos é absurdo contra o deck, mas ele tem bastante counter-play: 3 Ash, 1 Called e 1 Crossout, e até mesmo 3 Drolls, pra se dar droll depois da primeira compra do oponente e continuar jogando, então apesar de ser um ponto negativo, não é tanto assim.
A jogada do Live-Twin não é a mais forte que existe, porém é forte o suficiente para ganhar os jogos: A-Bao + Trouble Sunny + Cesar + Paradise, tendo comprado de 2 a 3 cartas no processo é muito forte. Nota-se que as interações são 2 pops de cartas, 1 ou 2 negates de cartas que dão special summon, e 1 send da Paradise. Essa jogada, entretanto, é frágil contra o deck mais popular do formato, o Ryzeal, única e exclusivamente por conta do Ext já entrar negando o César e buscando outro Ryzeal, que busca outro Ryzeal, que invoca um Ryzeal que invoca outro Ryzeal, então os pops não são tão forte assim, apesar de ainda machucarem o Ryzeal. Mas depois disso ainda tem o Mitsurugi, que tem o Raigeki do Murakumo. Então é bem fácil morrer contra Ext + Habakiri por exemplo, caso eu tenha apenas meu board para me defender. Acontece que esse deck compra bastante carta e tem bastante hand trap na lista, então a chance de eu ter 2 a 3 defesas extras é muito grande, e por isso eu digo que esse combo é forte o suficiente pra ganhar jogos.
Dito isso, segue a lista que eu usei:
Não muito diferente do padrão utilizado por aí, apenas 2 coisas (na minha opinião) diferem do comum.
Uma delas é o uso do Small World. Eu precisava ter mais acessos ao Live-Twin, porque as cartas de Live-Twin acessam tanto o próprio combo quanto o combo de Fiendsmith com muita facilidade, então eu prefiro abrir de Live-Twin do que de Fiendsmith, se eu pudesse escolher apenas 1. A primeira opção testada foi a Cynet Mining, que tava presente na lista do Campeão do YCS Quito, o que é bem interessante pois não sofre para o Droll, como sofreria caso fosse a Secret Password no lugar (busca a contínua Live-Twin, que busca um Live-Twin). Porém tem um problema na Cynet Mining, busca apenas a Ki-Sikil e a Lil-La, não buscando a Frost (que não é cyberse). O outro problema é descartar 1 carta na ativação, o que obviamente é muito fraco contra Ash. Então meu amigo Lucas Moura me deu a ideia de usar a Small World, pois ela e qualquer monstro do deck acessa praticamente todos outros monstros do meu deck: usar hand trap chega em live-twin/ fiendsmith e usar live-twin/fiendsmith chega em hand trap. Então agora eu tinha acesso tanto a qualquer carta do Live-Twin, quando ao Engraver por exemplo. Foram esses os motivos que me fizeram optar pela Small World.
A segunda coisa diferente foi a construção do Side Deck. Eu percebi nos treinos que ir primeiro, infelizmente, é muito muito vantajoso nesse formato, e que se o combo passasse (nem que seja meia boca, sendo parado por hand traps), era o suficiente pra ganhar jogos junto de defesas na mão, em forma de hand trap. Dito isso, eu tirei quase todas as cartas consideradas como going 1st apenas, com exceção da TTT e da Crossout. Isso fez com que eu tivesse muita carta diferente going 2nd pra usar no side, ampliando um pouco as possibilidades de side-in/side-out.
Chega de falar sobre o deck, vamos falar um pouco sobre minhas partidas.
R1 – Traptrix – Dado W
G1 W
Eu sabia que era um Traptrix, e grazadeus eu ganhei o dado. Comecei com uma mão bem forte, com minhas 2 engines principais, e algumas hand traps. Fiz o combo padrão dando normal summon da Ki-Sikil, tomei uma impermanence nela, o que não faz tanta diferença se for só a impermanence. No meio do processo acessei o Fiendsmith, comprei carta com a Necroquip e com a Evil Twin Ki-Sikil, e terminei de Cesar, A Bao, Trouble Sunny e setup de Paradise no GY. Meu oponente tinha 4 normal summon na mão, e passou longe de quebrar a mesa.
G2 L
Nesse jogo meu oponente começou, deu normal da Myrmeleo e buscou a Floodgate Trap Hole, fez Sera, setou 4 e passou. No começo fiquei confuso, pois dava pra ter trigado a Sera 2x pegando Holetea e tal, mas não culpo também, 4 setadas e a Sera em campo contra minhas poucas engines na mão foram absurdas. Eu tinha basicamente Tract e Ki-sikil só, o que foi parado com a Floodgate Trap Hole, e a Traptrix Trap Hole Nightmare. Então bora pro G3.
G3 W
Esse game foi esquisito. Eu tinha a Ki-sikil, called, engraver, e duas hand traps. Dei normal da ki-sikil, tomei impermanence. Fiz a link1, dei efeito pra millar, voltei uma azul, fiz o requiem, dei efeito e tomei Ash, o que me fez dar a called. Trouxe a lacrima, tomei veiler e continuei jogando de Live Twin. Depois eu tomei 1 impermanence e mais algum lugar na jogada de Live-Twin, que eu não me recordo, mas eu sei que parou minha jogada de Live-Twin, daí no fim das contas eu voltei o Engraver, fiz Sequence e Terminei de Desirae pra cima de 4 hand traps contra 1 carta na mão dele e a draw. Ele comprou, deu normal da Pudica, eu neguei com Desirae, ele fez Ty-Phon e tirou meu Desirae, setou 1 e passou. Na volta eu comprei Engraver, e comecei a jogar de Fiendsmith, tirei o Ty-Phon e tirei a setada, e fiz outro Desirae. O jogo continuou mais um pouco, mas acabou sendo inevitável a vitória, o grind do Fiendsmith é demais para um game state simplificado.
1/0/0
R2 – Maliss – Dado L
G1 W
Perdi no dado vs Maliss, já é um presságio. Mas eu abri com uma mão bem forte: Purulia, Veiler, Fuwalos e 2 jogadas. Dei purulia na Draw, aí na main ele deu Gold Sarc, trouxe a Dormouse e tomou Veiler, daí ele foi obrigado a dar March Hare da mão, e normal Purulia pra poder fazer a Link 3, e eu dei Fuwalos ainda, comprei 3 cartas e no meio delas 1 Ash, que eu dei na Red Ransom. Ele passou, e eu consegui jogar pra cima de 1 Nibiru e continuar com 1 ou 2 hand traps ainda. Ele comprou a do turno, e desistiu.
G2 L
G2 eu abri parecido com o G1, abri com Fuwalos e Meowls. Ele abriu de normal Gato, e deu efeito. Eu poderia dar Chain do Fuwalos, mas se ele tiver uma Ash depois de comprar, eu prefiro que o Fuwalos seja engado e passar o Meowls, que foi o que aconteceu. No fim eu só comprei 1 carta no combo dele, e ele passou com 2-3 interações, e minha mão não tinha força pra jogar pra cima delas, e acabei desistindo.
G3 L
Esse jogo eu brickei totalmente, 3 lancea, crossout e veiler. Até consegui enrolar 2 turnos, mas ele tinha 4 hand traps e 2 jogadas, e a derrota foi inevitável.
1/1/0
R3 – Dragon Ruler – Dado W
G1 W
Outro dado que agradeci muito de ter ganhado, o Dragon Ruler tem capacidade de te lockar com Koa’ki Meiru Draco ou Krystia. Fiz mais do mesmo, combei de Ki-sikil, até tomar Nibiru, mas eu já tinha feito A Bao, que fugiu e voltou no turno seguinte. Daí junto com minhas draws, e a A Bao, eu tive defesa suficiente pra parar o combo e ganhar na volta.
G2 W
Ele abriu com uma mão bem ruim e fez Seal com 1 trap setada. Eu tinha impermanence, Ki-sikil e Tract na mão. Então consegui anular o seal, que trouxe um magnamhut, matei na battle e combei na main 2. Tomei outro nibiru, mas de novo eu já tinha feito A Bao, que voltou, e eu já tinha comprado umas 2 cartas, o que foi de novo suficiente pra segurar a volta e matar depois.
2/1/0
R4 – Kashtira Fiendsmith – Dado W
G1 W
Comecei esse jogo de Sunny Snitch, Engraver e Called, tava bem forte. Dei snitch e busquei a ki-sikil, dei normal da ki-sikil e tomei impermanence (tá ficando recorrente isso), fiz a Link1, dei efeito, tomei Ogre, e tive que dar Called. Daí continuei jogando de Live-Twin, fiz full combo do deck, terminando de A Bao, Trouble Sunny, Desirae e César, o que foi suficiente pra ganhar o jogo.
G2 L
Eu abri de Veiler, Droll, Veiler, Droll e Tract, muito ruim. Tomei Unicornio, dei Veiler, e daí meu oponente deu Riseheart e fez o Shangri-Ira, trazendo Fenrir no turno que vem. Eu comprei Engraver, e daí eu perdia sozinho pro Fenrir, então eu passei de volta, no fim das contas eu morri muito fácil contra 2 Kashtiras já e a jogada de Fiendsmith, então vamos pro G3.
G3 W
Nesse jogo eu abri muito parecido com o primeiro, exceto a called, e fiz o full combo do deck pra cima de 1 impermanence, que não lembro onde foi. Eu tb não me recordo do resto do jogo, sei que teve uns atritos lá e cá, ele usou a engine Kashtira e a Engine Fiendsmith, mas não foi suficiente pra quebrar o board, então eu acabei vencendo.
3/1/0
R5 – Ryzeal Mitsurugi – Dado L
G1 W
Sempre um desespero perder um dado, mas bora lá. Abri de Purulia, Called, e 3 cartas de Live-Twin, eu tava muito lascado. Dei Purulia na Draw, já tomei Ash e meu sonho de ganhar esse game foi junto. Daí meu oponente dei normal summon Saji, buscou Prayers, quase dei um pulo de alegria, mas ainda não era garantia de nada. Porém, ele ativou Prayers, buscou Habakiri, deu Habakiri, tributou Kusanagi e voltou a Prayers, setou 1 e passou. Na draw ele deu prayers tributando Saji, e buscou 2 cartas, e na resolução deu Fuwalos, que tomou Called. Ele não tinha mais nenhuma interação, consegui jogar solto, e acabei matando.
G2 W
Mais um jogo que meu oponente abriu ruim. Dei Purulia na Draw de novo, dessa vez passou, ele deu normal summon do Aramasa, efeito, e tomou Veiler, setou 2 e passou. Eu tinha full combo de Live-Twin, mas no meio do combo eu tomei 2 impermanence e passei meia boca, mas foi o suficiente pra segurar a volta dele, que foi normal summon sword e special sword, mas eu tinha 1 negate e 1 pop, e acabei matando as chances dele entrar no jogo.
4/1/0
TOP8 – Ryzeal Mitsurugi – Dado W
G1 W
Esse jogo eu comecei mt forte, tinha jogada de Live-Twin, Engraver, Called e 2 Impermanence. Eu comecei de Ki-sikil efeito invocando do deck, e tomei impermanence (de novo). Daí continuei jogando de live-twin até fazer A Bao, e daí eu dei engraver voltando pra fazer o César, o que forçou um Nibiru, A Bao se baniu e voltou na End Phase, setei Called e 2 Impermanence, e passei. Meu oponente deu Habakiri, invocando e tributando Saji, e eu dei called by, cortando os Mitsurugi. Daí eu tomei Ice efeito, neguei com a impermanence, ele fez o Lagarto com o Nibiru, e eu popei o Lagarto com a A Bao invocando Trouble Sunny invocando Lil-la antes de dar o efeito de comprar do Lagarto, não queria que ele ligasse o mitsurugi de novo por sorte. Daí ele deu Bonfire, pra Ext, eu dei impermanence, e eu matei na volta.
G2 W
Esse game2 foi bastante estranho. Eu tinha Ash, Droll, Fuwalos, Engraver, Magnamhut. Ele tinha Ice, Crossout, Ash, Bonfire e Impermanence. Tomei normal do Ice, efeito, e eu dei Ash em resposta. Ele deu crossout na Ash, dei chain fuwalos, ele deu chain Ash no Fuwalos, e o Ice passou, invocando Sword e Pegando Ext, daí eu dei Chain Droll. Ele invocou o Ext mandando Duodrive, e fez Detonator com 3 materiais atachando mais 1 do GY, setou 1 e passou. Comprei 1 tract. Dei engraver pra pegar outra Tract, dei Tract invocando Lurrie, fiz o Requiem, dei eff do Engraver no GY pra fazer a jogada de Chaos Angel, ele deu chain Detonator no Requiem, eu dei Chain Requiem pra Lacrima. Trouxe Engraver e não dei efeito da Lacrima. Juntei os 2 no Chaos Angel pra banir o Detonator, mas ele popou o Chaos Angel dando Detonator e Impermanence, e me deixou sem jogadas, e eu passei de volta. Ele comprou outro Ice, deu normal do Ice de novo, trazendo sword de novo e buscando Ext. Nisso ele deu overlay em 2 bixo pro Feral Imps, que tomou a trap de Fiendsmith do GY, mandando Desirae e enviando Feral Imps pro GY. Daí ele deu Ext, mandando Eclipse Twins pra trazer o Feral Imps de novo e buscando Node. Eu dei Chain magnamhut no Feral Imps, banindo ele do GY pra não voltar, daí ele invocou o Node, fez Bagooska, setou 1 e passou. Peguei druiswurm na End, e tinha a Tract na mão. Daí comprei a Frost, fiz toda jogada de live-twin linkando Druiswurm pra enviar Detonator, depois fiz Evil Twin Lil-la Popando o Bagooska, e depois fiz a jogada pra matar pra cima de 1 setada, que era a bonfire. Bora pro top4.
TOP4 – Blue-Eyes Primite – Dado L
G1 L
Mais um sofrimento de perder o Dado. Abri com 4 cartas de Live-Twin e 1 called, e meu oponente abriu de Beryl e Maiden, oq me fez desistir em 2 minutos.
G2 W
Mais uma mão abaixo da média, mas se minha jogada passasse tava tranquilo ainda. Abri de ki-sikil, lacrima, veiler, veiler e belle. Dei normal da ki-sikil, efeito, trouxe a lil-la. Daí tomei Fuwalos (ele não deu em chain pra jogar em volta da Sweet negando). Fui obrigado a passar, mas talvez eu devesse ter dado 2 draws pra fazer a trap de fiendsmith. Mas enfim, tinha 2 veilers, 1 belle, e 1 sonho. Ele deu draw, baixou o Beryl e deu efeito, respondi com Veiler. Daí ele entrou na BP e eu já fiquei feliz, ele bateu na Ki-Sikil, foi pra Main 2, fez o link1 de blue eyes, e eu dei outro veiler. Nisso ele passou o turno. Na minha volta, comprei a trap fiendsmith (pqp!), eu dei normal da lacrima, efeito pra mandar engraver, juntei a lacrima e a lil-la na link2 lil-la, dei efeito pra voltar a ki-sikil e tomei veiler, dei efeito do engraver pra voltar e tomei belle, fui pra Battle, bati no Link1, depois passei, com 1 Belle na mão e 1 sonho maior ainda. Ele comprou uma Maiden, ativou ela, colocou a trap, depois setou uma Wishes, deu Wishes e buscou Sage e Roar. Agora eu n lembro exatamente oq aconteceu, mas sei que ele fez 1 link1, voltou um blue eyes, daí acho que voltou a maiden, daí eu dei a lacrima do GY pra voltar antes do Spirit, e mandei Engraver (comprei a trap), ele fez o Spirit, depois deu Roar e tomou Belle (me salvou!), daí sei que ele tinha só o Spirit, a True Light e 1 sage na mão ou nada na mão (isso eu n lembro), mas no fim da Main eu dei o efeito da link2 azul e voltei uma ki-sikil, daí ele foi pra Battle e matou a link2 azul, e eu fiquei com Lacrima e Ki-sikil na mesa contra o Spirit. Comprei impermanence, joguei de live Twin pra popar a trap, Spirit negou, depois joguei de Fiendsmith e lidei com o Spirit e o boizão que ele traz, e matei. Que jogo estranho, não entendi nada como eu ganhei isso kkk.
G3 L
Já no game 3, a mão veio até boa, mas infelizmente contra o Blue-Eyes não era o suficiente. Abri de Impermanence e Nibiru de hand trap, com 3 jogadas. Ele abriu de Beryl que tomou Impermanence, daí foi jogando até tomar Nibiru no Spirit, mas ele ainda tinha a trap pra lidar com meu normal summon de Live-Twin, e mais uma interação pra lidar com Tract/Engraver, e daí eu desisti. Acabou o sonho.
Apesar de tudo, acho que foi um ótimo resultado, chegar à semi-final. Tive jogos de todos os jeitos, fáceis, difíceis e medianos, nessa semi-final em específico não tinha muito o que fazer tanto no G1 e no G3, então fico tranquilo com minhas decisões. Foi bom e divertido. No fim das contas eu acho que joguei bem minhas partidas e, repensando todas elas, tiveram alguns erros aqui e ali, mas no geral acho que foi bem positivo minha performance, fico muito feliz com isso.
Então é isso, espero que tenham gostado da experiência de vocês nesse 3º CDD, de novo agradeço a todo mundo que tenha participado, e a você que chegou até aqui. Muito obrigado! E até a próxima.
O blog da Duel Domain está de volta! Atualizado e de cara nova, voltaremos a alimentar o blog semanalmente com reports de torneios locais/nacionais, análise de metas/torneios, e algumas coisinhas mais.
Então pra já retomarmos os trabalhos, venho fazer meu report do Semanal da Rock & Axe que aconteceu no dia 01/06, onde tivemos 19 jogadores, no primeiro torneio da loja que terá report como OTS!
O torneio teve 5 rodadas, e eu terminei ele 5-0-0. Como o pessoal local já sabe, eu joguei de Mitsurugi Fiendsmith, um deck que tenho testado já há quase 1 mês, mas que pela primeira vez em um torneio eu senti que esse deck é realmente muito forte (explicarei mais na frente sobre).
Bom, pra começar, vamos falar um pouco sobre a deck list e o deck em si. Eu usei 22 cartas de engine e 18 techs, totalizando num perfeito 40 cartas de main deck. Mas dessas 22 engines, 5 são bricks (alguns menos que outros) e 17 são 1-card combo, me dando um total de 72% chance de abrir uma combinação de dois 1-card combo, um valor bem respeitável – praticamente 3 a cada 4 partidas. Além disso, todas as techs usadas no main deck são hand traps, o que me dá cerca de 76% chance de comprar 2, o que (de novo) é respeitável, sendo um pouco mais que 3 a cada 4 partidas, e ainda com 40% chance de comprar 3 hand traps.
Sobre o elefante na sala: não sei se perceberam, mas na lista possui 0 Kusanagi e Aramasa, e 1 Mitsurugi Ritual. Bizarro, eu sei. Mas essa é uma ideia que me foi apresentada pelo Caio, que disse ter visto num vídeo do BotaTCG sobre essa mudança. A lógica é a seguinte: a Mitsurugi Mirror faz um trabalho parecido com o do Kusanagi e Aramasa, te deixa terminar o board com Habakiri e Murakumo na mesa e com Prayers na mão. Existem alguns benefícios e alguns malefícios de fazer essa mudança. O benefício imediato é economizar espaço na deck list, e cortar normal summons abaixo da média – mas a quantidade de brick continua a mesma. Além disso, pude colocar 3 Pré-Preparation no deck, o que aumentou o número de 1-card combos disponíveis. Os malefícios que pude perceber são dois principais: 1 – o combo não mais te permite dar OTK apenas com 1 Habakiri, pois necessariamente usando a mirror vc acaba dando o efeito de ambos Habakiri e Murakumo quando são tributados pra colocar os 2 na mesa, e assim não tem mais como utilizar a Prayers tributando um deles pra voltar ao campo pelo próprio efeito e dar mais dano; 2- o combo não mais te fornece 2 lv8 e 2 lv4 na mesa e ainda com outra Prayers na mão, o que é um downside muito relevante num deck de Ryzeal, e também no meu deck de Fiendsmith (fazer moon pra fiendsmith e terminar em ip é bem forte). Então essa é uma modificação que – apesar de ter funcionado em sua premissa – não gostei tanto, e provavelmente vou retornar à ideia mais comum do Mitsurugi.
Comentei no começo que eu finalmente senti a força desse deck, e explico: em outros torneios, nas vezes em que perdi (e algumas nas que ganhei), eu sentia que o combo não era forte o suficiente quando eu tomava interação, ou que se meu oponente jogasse um pouco melhor eu perderia o jogo. Mesmo sabendo que passar de César+trap fiendsmith é bem forte, eu tomava muita Impermanence no César e perdia o jogo, e também tomava bastante Ext na match vs Ryzeal (que sozinho invalida César, toma a trap de fiendsmith e ainda sobra 1 rank4 pra ele fazer). Mas acontece que, acredito eu, tenha sido um pouco de variância nesses outros torneios, onde eu tomei bastante droll (cortando a engine de Mitsurugi) quando eu tinha bastante engine na mão e só me restava o combo Fiendsmith de interação contra 5 cartas do oponente. Mas nesse torneio eu senti que foi diferente em relação às mãos que eu comprei, estavam sempre bem equilibradas entre engine/tech, me permitindo simplificar o game state o suficiente para que minhas poucas engines pudessem capitalizar nisso, coisa que o fiendsmith é rei. Esse equilíbrio de mão é o esperado, na maioria dos casos, se pegar como base as porcentagens que eu citei lá em cima.
No mais, meu torneio teve as seguintes matches:
RD1: Bye (sad face)
RD2: Blue-Eyes Primite W – Wanderson (dado: L)
RD3: Dino Ryu-Ge Fiendsmith W – Johnathan (dado: W)
RD4: Maliss W- Maurílio (dado: L)
RD5: Odion W- Adair (dado: L)
Bom, por hoje é só, espero que tenham gostado, e em breve postaremos mais coisas nessa volta do Blog Duel Domain. Até mais!
E aí galera aqui é o Victor e hoje venho trazer as experiências de minha participação no OTS Championship em Goiânia. Eu gostaria de ter feito esse report junto com o do Regional de Brasília, mas acabou ficando muito extenso então deixei só a parte do OTS. Caso vocês se interessem me avisem que eu tentarei fazê-lo também.
Primeiramente vou apresentar o deck que eu usei no OTS e foi a base do deck que eu usei no regional e fazer algumas considerações sobre ele.
Na decklist são 2 dark holes pois eu não tenho/ não consegui emprestado 1 raigeki. O mesmo segue para o lonely anti-spell fragrance e o 3o kaiju que não é o gameciel.
Uma coisa que você pode estar perguntando a se mesmo nesse momento é: “Esse cara é idiota?! Por quê upstart em um deck de 44 cartas? Por que não usar 43 sem o upstart?” Calma que eu te respondo. O upstart como 44a carta foi colocado a partir de uma conversa com meu amigo Carlos Henrique (Chsapo), onde chegamos a conclusão que o pot of desires ficaria melhor com a upstart goblin no deck pois ao ativar um pot of desires no começo do jogo mais ou menos 28% das vezes essa upstart seria banida ao invés de uma outra carta qualquer, preservando mais um recurso dentro do deck e se a upstart vier a ser comprada não atrapalha nada em termos de consistência.
Vamos entrar no deck em si agora. Como podem ver eu usei um tellarknight bem alternativo. Basicamente, esse deck é um rank4 turbo voltado principalmente ao bujintei tsukuyomi, daí o uso desses 3 MALDITOS photon thrashers hahaha. Apesar de eu odiá-lo ele é a melhor peça de special summon lvl 4 light no jogo então eu tive que aturá-lo.
O pot of desires é uma das cartas que torna esse deck possível. Aí você me pergunta: Mas se banir as 3 denebs não é tipo game over? A resposta é simples e vem em duas partes. Primeiramente a chance de uma carta de 3 cópias num deck de 44 cartas serem banidas pelo desires no começo de partida é de aproximadamente 1,3%, ou seja mínima. O segundo motivo é que esse deck não é dependente inteiramente da deneb, ou do altair. Muitas partidas foram ganhas sem a deneb ao menos pisar no campo. A questão é que a sinergia de rank4 via call-altair, próprio altair, instant fusion, call-norden e soul charge tornam o deck muito menos unidimensional.
Por último vou fazer um breve destaque no foolish burial, que aumenta o teto do deck e ainda é uma carta muito versátil. Você usa o foolish basicamente em 3 alvos – deneb, vega e trick clown. Ás vezes até mesmo no altair em caso de call. Ele permite diversas jogadas de delteros ou triverr no inicio de jogo, o que não costumava ser muito fácil ao satellarknight antigamente.
Sem mais delongas vamos ao report dos eventos. Perdoem-me por uma eventual falta de detalhes, afinal já se passou um tempinho.
OTS Championship
Round 1 – Kozmo FK (2×0) G1 – (1st) Esse jogo foi bem estranho, eu comecei com uma mão meio fraca, mas com vanity emptiness. Essa vanity me segurou no jogo até eu conseguir um pouco mais de recursos para jogar yugioh. O jogo foi se estendendo, eu tomei muitos calls do kozmo, um total de 4 num deck que costuma usar 5 no máximo. O ápice desse jogo foi quando eu alinhei o dark hole com um maxx “c” e fiz um delteros pra matar um slip que o destroyer trouxe e ele preferiu não trazer ninguém com o eff do slip, então acabou sobrando pra ele uma town e uma wickedwitch no campo. Eu fiz o diamond por cima do delteros inutilizando a wicked. No turno dele ele fez normal do strawman tomou book of moon e desistiu.
G2 – (2nd) Ele começou com tincan e 1 setada. Eu fui grindando os recursos dele dessa vez e como demorou pra ele comprar a kozmotown o g2 acabou rápido.
Round 2 – Shaddoll Train (2×0) G1 – (1st) Eu comecei e fiz uma jogada mais modesta a fim de jogar em volta da shaddoll fusion, pois eu sabia qual deck estava enfrentando. No turno dele ele fez um Dora tomou strike e passou. No meu turno rolou delteros que virou diamond e daí no próximo turno rolou um Number 86: Heroic Champion – Rhongominyad encerrando a partida.
G2 – (2nd) Ele começou usou o eff do campo pra buscar um night express knight, setou 3 e passou. No meu turno fiz normal vega, ele ativou skill drain, eu dei twin twisters em chain e acabei acertando 1 light-imprisoning mirror setado. Como eu tinha um solemn warning pra shaddoll fusion, eu fiz o bujintei tsukuyomi pra fazer vantagem, setei traps e passei. No turno dele ele fez um Dora, que eu aceitei e não usei o warning. No meu turno eu fiz triverr e ele tentou usar o eff do Dora e eu respondi com fiendish chain. Triverr voltando call e fiendish é meio que jogo. Fim.
Round 3 – Burning Abyss Phantom Knights (2×1) – G1- (1st) Como podem ver, foi um dia de sorte, eu comecei essas primeiras rodadas. Infelizmente a sorte não estava nessa mão inicial. Dessa vez eu só setei algumas traps e passei. No outro turno eu fiz norden + altair pra fazer algum xyz que eu não lembro e setupar os calls. Na end phase de um turno dele eu fiz call norden trazendo altair a fim de evitar a fog blade que ele havia setado. Caso eu comprasse um lvl 4 eu poderia fazer um delteros, forçar a fog blade e por diamond em cima. Draw: photon fucking thrasher. Perdi o G1.
G2 -(1st) Eu não lembro muito bem desse jogo, ele foi bem demorado, mas lembro que no final eu ganhei com diamond.
G3 – (2nd) Ele começou com uma mão bem fraca e aos poucos eu fui gerando vantagem e ganhei esse jogo.
Round 4- Metalfoes Ariadne (0x2) – G1 – (2nd) Ele começou com uma mão fraca, bunbunku e setou 3. Minha mão veio pior do que isso então eu fiz unukalhai, setei 4 e passei a fim de não triggar a metalfoes counter que possívelmente estava setada. No turno dele ele conseguiu pendular, a pendulo summon passou, então ele fez tribute summon do kirin. Como tinha um kirin na mesa + counter buscada via ariadne e o meu jogo não estava andando eu perdi esse jogo.
G2- (1st) Minha mao foi 3 monstros (altair,altair,deneb), call e typhoon. Eu fiz deneb buscando vega, setei as 2 e passei. Ele botou kirin em uma escala e um metalfoes na outra, tomou typhoon no metalfoes, invocou um metalphoes de 1900, setou 2 e passou. No meu turno comprei unukalhai, então eu bati com a deneb no 1900, tentei fazer vega tomei mind over matter e passei. No turno dele ele comprou escala metalphoes, pendulou kirin e companhia e eu perdi.
Round 5- Mermail (2×1) – G1 (1st) Minha mão foi call, call, compulsory, vega e twin twister. Setei calls e compulsory e fiquei com vega e twin, caso eu comprasse algum lvl 4 tentaria fazer tsukuyomi descartando twin. No turno dele ele fez normal neptabyss e eu dei compulsory tentando ganhar tempo e torcendo pra ele não ter mais jogada. Ele passou. No meu turno eu comprei dark hole, setei o vega e o dark hole e passei. No turno dele ele fez muita vantagem e matou o dark hole virado para baixo. No meu turno eu desisti.
G2 – (2nd) Meu side vs mermail eram muitas handtraps. Ele começou de abyssgaios e 1 setada. No meu turno eu fiz deneb que tomou gaios, dei instant fusion e fiz dweller, setei 3 e passei. No turno dele eu fiz o dweller ele deu gaios e eu neguei com uma fiendish chain. Com o passar do jogo eu fiz delteros matando um megalo, fiz diamond e ganhei. Obs: O Dieamond anula o nebtapyss, pois previne o custo de ser pago, assim impedindo o eff de ser ativado.
G3 – (1st) Fiz dweller setei algumas e passei. No turno dele ele bateu no dweller com um dragoons. No meu turno eu tentei fazer jogada e tomei challice no altair. Daí eu bati no dragoons e ele deu challice no dragoons. No turno dele eu tive que sobreviver com as traps, e no fim uma fiendish ganhou o jogo ao impedir o megalo de buscar 1 spell/trap e ainda de pagar seu custo, que iria gerar uma normal extra. Quando eu joguei novamente, rolou triverr voltando call e fiendish e fazendo diamond em seguida e acabou o jogo.
Depois de um score 4-0-1 no suíço, vamos ao top8.
Top 8
Anti meta statue (2×0) – G1 – (2nd) Ele começou com muitos monstros, sem demise, invocou um bicho que proibia special summon e passou. Eu fiz normal unukalhai, bati e ativei instant fusion na MP2 fiz delteros matei a setada setei 2 e passei. No turno dele ele comprou, olhou pro delteros e desistiu.
G2 – (2nd) Ele começou de thunder king raioh e 3 setadas. Eu dei dark hole no raioh e ele o salvou com uma trap de phanthom knights. O jogo foi seguindo, quando de repente ele começou a olhar o grave. Nesse momento eu também olhei e percebi que as uns 2 ou 3 turnos atrás ele tinha ativado duality enquanto o raioh estava na mesa e nos não percebemos. O juiz foi chamado, ele tomou gameloss e eu um warning pela situação de game state irreparável.
Top 4
Burning abyss phantom knights – (1×2) – G1 – (2nd) Ele fez dante e 2 sets. No meu turno eu ativei um twin twister, fiz delteros e na MP2 diamond. Esse jogo acabou pouco depois disso.
G2 – (2nd) Esse jogo foi um grande exemplo de como os deuses do yugioh punem jogadas erradas. Ele começou bem mal, e eu comecei ok. Porém, em um determinado momento eu fiz uma rafflesia que deveria ser qualquer outro xyz, pois os 2500 de def dele atritaram o jogo e ela ficou na mesa. Quando voltou pra mim eu comprei um photon thrasher pra punir o meu erro. Como diria o PRRJ, a do topo do deck virou o thrasher quando eu fiz a rafflesia hahaha. Se a rafflesia não tivesse la eu poderia fazer thraser invocar altair e forçar a fog blade no altair. Se rolasse a fog blade eu poderia fazer um xyz e seguir caminho. Se não rolasse, eu ia fazer o delteros forçar a fog blade e depois fazer diamond. Mas graças a rafflesia eu tive que passar sem fazer nada para não desperdiçar o altair. A partir daí o jogo saiu do meu controle. Acabei perdendo esse jogo.
G3 – (1st) O g3 começou nos turnos após o tempo da rodada ter acabado. Normalmente eu não perderia esse jogo, porém no tempo contra o ba era mais provável que ele ganhasse do que eu. Eu comecei dando foolish no vega, fiz altair + vega + deneb = triverr, descartei um boots, setei um compulsory e passei com um maxx “c” na mão. Como eu disse, dificilmente perderia esse jogo. Ele deu twin twister no compulsory, fez nightmare shark pra cima do maxx c, buscou fog blade e passou. Infelizmente meus draws foram altair, unulk e bottomless, então não consegui passar por cima da fog blade e perdi pelos 2000 de dano.
Apesar dessa derrota, fiquei feliz com os desempenhos meu e do deck, mas ficou um gostinho de queria mais hahaha. Eu joguei o campeonato depois de uma noite sem dormir treinando com a galera (Caio, Girafa, CH e demais) então já era uma vitória não ter dormido no meio do campeonato ^^. Pra você que chegou até aqui, obrigado por ler, espero que tenha gostado, divulgue pros amigos para que o Yu-Gi-Oh! continue movimentado aqui em Goiânia e até a próxima!
Hoje vamos abordar um assunto que pouca gente discute, tanto por ser um estilo de jogo pouco disseminado quanto por não agradar muitos players. Porém é um estilo de jogo que é adotado em torneios durante eventos como o YCS. Sim, estamos falando do TAG.
Muitas dúvidas giram em torno do assunto, como:
– Deve-se utilizar 8000 pontos de vida para cada player ou equipe?
– Quem pode ativar as cartas no turno do oponente?
– É igual o Tag do PSP ou Nintendo DS?
Por isso, andei pesquisando com alguns juízes e em materiais disponibilizados pela própria Konami para sanar todas as dúvidas.