Torneio dos decks de até 15 dólares (25/06/25)

Fala pessoal, aqui é o Victor e hoje vou trazer um mini report do torneio do dia 25/06/25 que ocorreu na Rock And Axe Geek Store.  

Fui convidado a fazer esta postagem devido ao ineditismo do torneio em questão. O grande diferencial deste torneio era que para participar, todos os jogadores deveriam ter decks cujo valor não ultrapassasse o valor de 15 dólares na cotação do mínimo preço do tcgplayer. O limite de preço engloba main, side e extra decks somados, então este torneio permitiu a aparição de novos archetypes e cartas que são preteridos no formato atual (Advanced). 

O principal objetivo desse post é mostrar os decks utilizados para quem não participou ter uma base para as futuras repetições desse torneio, que devem acontecer devido ao torneio ter caído no gosto dos participantes. A ideia é tentar repetir eventos em formatos diferentes numa frequência entre 1 vez a cada mês ou a cada dois meses.  

Adicionalmente, vou contar um pouco de como foi a minha participação no torneio, para exemplificar o tipo de experiência que pode ser vivido pelos jogadores nesse tipo de formato. 

Decklists

Primeiramente, vamos as decklists usadas no torneio e suas respectivas colocações no evento: 

1º lugar – Victor Rodrigues – Floowandereze 

2º lugar – Maurilio Carvalho – Purrely 

3º lugar – Johnny Wong – Blue-eyes 

4º lugar – Eliezer Miranda – Gren Maju 

5º lugar – Johnatan Luis Mendes – Dino 

6º lugar – Wanderson Ferreira – Blue-eyes Invoked 

7º lugar – Luis Fernando Castro – Fire king 

8º lugar – João Lucas Ezra – Cubic 

9º lugar – Natanael Martins – Six Samurai 

Deckbuilding 

Para ajudar na montagem de decks pro futuro, resolvi falar um pouco das novas staples que surgiram com essa limitação de orçamento. Escolhi 4 em especial pela sua ampla utilização e a lógica por trás disso. Como o formato tem o deck custando no máximo 15 dólares, as principais staples vão estar relacionadas com o valor “permitido” pelo torneio, ou seja, dividindo os 15 dólares por 70 cartas (main, side e extra), temos o valor médio por carta de aproximadamente 21 centavos. Ou seja, algo é considerado caro nesse formato se ultrapassar muito essa média, e caso se decida utilizar muitas cartas acima desse valor, deverá ser pago o preço com a quantidade de cartas utilizadas no deck. Dito isso, vamos as staples: 

  1. Effect veiler: a melhor handtrap genérica disponível, boa contra a maioria dos decks. Essa versatilidade coloca essa carta como uma ótima opção num formato diverso e desconhecido. (Preço atual: U$ 0,26) 
  2. Ghost ogre & snow rabbit: acredito ser a segunda melhor handtrap genérica na faixa de preço a ser utilizada sem comprometer o resto do orçamento. (Preço atual: U$ 0,23) 
  3. Dark ruler no more: Um boardbreaker genérico que desliga múltiplas interações de uma vez, incluindo interações de negação. (Preço atual: U$ 0,23) 
  4. Dinowrestler Pankratops: Um boardbreaker versátil e que ataca dois tipos separados de interações, além de ser útil até mesmo em matchs de floodgates/traps. (Preço atual: U$ 0,13) 

Claro que caso o valor total do orçamento para o deck mude, logo mudam também as staples do formato, no entanto a lógica da escolha por trás das cartas dificilmente irá mudar radicalmente. 

Report

Para finalizar, vamos a minha experiência no torneio. Apresento primeiramente o resumo dos jogos: 

Round 1 – Purelly – Maurilio Carvalho – (2×1) 

Game 1 – (Comecei) – Fiz o combo e ele desistiu antes de mostrar o deck. 

Game 2 – (Segundo) – Tomei o Noir inafetado comprando 2. Tentei forçar o noir para matá-lo com um dark hole, setar a trap de floow e tentar segurar a volta, mas fui parado por ogre e belle. Na volta morri pelo meu bicho que sobrou. Depois pensei que joguei mal, o certo seria passar sem fazer nada e esperar o noir voltar pro extra pelo efeito da trap. Tentando jogar eu habilitei o otk de purrely. 

Game 3 – (Comecei) – Fiz o combo tomando ogre. No outro turno tomei ash na normal summon do turno dele, mas consegui segurar com um d.d. crow que busquei e um book of moon. 

 

Round 2 – Gren Maju – Eliezer Miranda – (2×0) 

Game 1 – (Comecei) – Fiz o combo e passei. Ele matou o enpen com um inspector boarder e uma carta que dava atk igual a defesa pra um monstro (aquela do Duel Links pros mais íntimos haha). Passou com um Macro Cosmos setado. Na volta matei o boarder e estabilizei o jogo novamente. 

Game 2 – (Segundo) – Ele passou com Inspector Boarder e duas setadas. No meu turno matei o boarder e fiz ele comprar novamente uma das setadas com o efeito do Mega Raiza (Era uma mirror force que volta os monstros pra mão). Na volta ele ativou Pot of Extravagance, destrui algumas cartas com dangers, mas não conseguiu segurar a minha volta e desistiu. 

 

Round 3 – Dino – Johnatan Luis Mendes – (2×1) 

Game 1 – (Segundo) – Ativei Dimensional Shifter mas tomei oviraptor colocando 2 dinossauros lvl 4 em campo. Minha mão era 2 eaglen, 1 enpen e 1 trap de floow. Ele fez um Evilswarm Exciton Knight. Achei que ele não tinha nenhum rank 4 interativo. No meu turno comprei a spell contínua de floow, com isso consegui fazer uma tribute summon e controlar o jogo. 

Game 2 – (Segundo) – Tomei todo o combo de Miscelanosaurus + Babycerasaurus. O resultado foi Naturia Beast, Evolzar Dolkka e Ultimate Tyranno Conductor. Não tinha a menor chance e desisti. 

Game 3 – (Comecei) – Fiz o combo e setei todas as cartas da minha mão pra tentar camuflar a trap de floow. Não adiantou, tomei 2 Mystical Space Typhoon, 1 Twin Twisters e 1 Dinowresteler Pankratops, mas no final só sobrou um Tyranno pra ele e ganhei o jogo assim. 

 

Round 4 – Blue – eyes – Johnny Wong – (2×0) 

Game 1 – (Comecei) – Fiz o combo e passei. Tomei Dark Ruler no More, mas não foi o suficiente pra ele conseguir voltar pro jogo. 

Game 2 – (Segundo) – Ele passou com 1 Blue-Eyes Spirit Dragon, 2 Effect Veiler na mão e a Majesty with Dragons of White, mas ele encerrou o turno sem setar essa última carta. No meu turno eu busquei um campo de floow mas tomei ogre. Com isso eu só teria chance se ele não soubesse como funcionava o Book of Moon contra efeitos lingering como o Effect Veiler e ativasse um segundo Veiler no monstro que eu desse alvo com o Book. Foi o que aconteceu e com isso pude voltar ao jogo. No turno dele tiveram várias interações, mas no final eu consegui estabilizar o jogo e no meu turno seguinte ele desistiu. 

Minhas impressões sobre o torneio: Achei divertido ver cartas e archetypes que não via há muito tempo em jogo novamente. Eu gosto muito da parte de deckbuilding então acho legal ter uma experiência com alguma restrição para montar o deck e ter que pensar um pouco para conseguir adaptar outras cartas em relação as que já estamos acostumados no formato vigente. No entanto, tive pouco tempo para pensar sobre isso, então acabei jogando com um deck com pouco espaço pra essas mudanças. Se jogasse novamente iria tentar jogar com uma outra engine mais divertida e com espaço para testar novas tech cards. Tirando essas partes que gostei, existe algo meio ruim gerado pela limitação de orçamento que é existirem engines que fazem combos muito fortes e são baratas enquanto as cartas para tentar vencer esses combos não são tão baratas quanto essas engines. Talvez isso possa ser amenizado no futuro com alguma alteração no orçamento total dos decks, seja com acréscimo ou diminuição desse valor. 

Espero que tenham gostado desse tipo de post diferente do que se encontra por aqui normalmente e que ele seja útil para nossos próximos eventos. 

Além disso, se você gosta de acompanhar jogos do formato atual com comentários não deixem de conferir o nosso canal. Já tem vídeos com comentário do último CDD disponíveis no canal, então ajudem a gente com as suas views. 

Até a próxima! 

Report OTS Championship (Victor-petckovic)

E aí galera aqui é o Victor e hoje venho trazer as experiências de minha participação no OTS Championship em Goiânia. Eu gostaria de ter feito esse report junto com o do Regional de Brasília, mas acabou ficando muito extenso então deixei só a parte do OTS. Caso vocês se interessem me avisem que eu tentarei fazê-lo também.

Primeiramente vou apresentar o deck que eu usei no OTS e foi a base do deck que eu usei no regional e fazer algumas considerações sobre ele.

tellar

Na decklist são 2 dark holes pois eu não tenho/ não consegui emprestado 1 raigeki. O mesmo segue para o lonely anti-spell fragrance e o 3o kaiju que não é o gameciel.

Uma coisa que você pode estar perguntando a se mesmo nesse momento é: “Esse cara é idiota?! Por quê upstart em um deck de 44 cartas? Por que não usar 43 sem o upstart?” Calma que eu te respondo. O upstart como 44a carta foi colocado a partir de uma conversa com meu amigo Carlos Henrique (Chsapo), onde chegamos a conclusão que o pot of desires ficaria melhor com a upstart goblin no deck pois ao ativar um pot of desires no começo do jogo mais ou menos 28% das vezes essa upstart seria banida ao invés de uma outra carta qualquer, preservando mais um recurso dentro do deck e se a upstart vier a ser comprada não atrapalha nada em termos de consistência.

Vamos entrar no deck em si agora. Como podem ver eu usei um tellarknight bem alternativo. Basicamente, esse deck é um rank4 turbo voltado principalmente ao bujintei tsukuyomi, daí o uso desses 3 MALDITOS photon thrashers hahaha. Apesar de eu odiá-lo ele é a melhor peça de special summon lvl 4 light no jogo então eu tive que aturá-lo.

O pot of desires é uma das cartas que torna esse deck possível. Aí você me pergunta: Mas se banir as 3 denebs não é tipo game over? A resposta é simples e vem em duas partes. Primeiramente a chance de uma carta de 3 cópias num deck de 44 cartas serem banidas pelo desires no começo de partida é de aproximadamente 1,3%, ou seja mínima. O segundo motivo é que esse deck não é dependente inteiramente da deneb, ou do altair. Muitas partidas foram ganhas sem a deneb ao menos pisar no campo. A questão é que a sinergia de rank4 via call-altair, próprio altair, instant fusion, call-norden e soul charge tornam o deck muito menos unidimensional.

Por último vou fazer um breve destaque no foolish burial, que aumenta o teto do deck e ainda é uma carta muito versátil. Você usa o foolish basicamente em 3 alvos – deneb, vega e trick clown. Ás vezes até mesmo no altair em caso de call. Ele permite diversas jogadas de delteros ou triverr no inicio de jogo, o que não costumava ser muito fácil ao satellarknight antigamente.

Sem mais delongas vamos ao report dos eventos. Perdoem-me por uma eventual falta de detalhes, afinal já se passou um tempinho.

OTS  Championship

Round 1 – Kozmo FK (2×0) G1 – (1st) Esse jogo foi bem estranho, eu comecei com uma mão meio fraca, mas com vanity emptiness. Essa vanity me segurou no jogo até eu conseguir um pouco mais de recursos para jogar yugioh. O jogo foi se estendendo, eu tomei muitos calls do kozmo, um total de 4 num deck que costuma usar 5 no máximo. O ápice desse jogo foi quando eu alinhei o dark hole com um maxx “c” e fiz um delteros pra matar um slip que o destroyer trouxe e ele preferiu não trazer ninguém com o eff do slip, então acabou sobrando pra ele uma town e uma wickedwitch no campo. Eu fiz o diamond por cima do delteros inutilizando a wicked. No turno dele ele fez normal do strawman tomou book of moon e desistiu.

G2 – (2nd) Ele começou com tincan e 1 setada. Eu fui grindando os recursos dele dessa vez e como demorou pra ele comprar a kozmotown o g2 acabou rápido.

Round 2 – Shaddoll Train (2×0) G1 – (1st) Eu comecei e fiz uma jogada mais modesta a fim de jogar em volta da shaddoll fusion, pois eu sabia qual deck estava enfrentando. No turno dele ele fez um Dora tomou strike e passou. No meu turno rolou delteros que virou diamond e daí no próximo turno rolou um Number 86: Heroic Champion – Rhongominyad encerrando a partida.

G2 – (2nd) Ele começou usou o eff do campo pra buscar um night express knight, setou 3 e passou. No meu turno fiz normal vega, ele ativou skill drain, eu dei twin twisters em chain e acabei acertando 1 light-imprisoning mirror setado. Como eu tinha um solemn warning pra shaddoll fusion, eu fiz o bujintei tsukuyomi pra fazer vantagem, setei traps e passei. No turno dele ele fez um Dora, que eu aceitei e não usei o warning. No meu turno eu fiz triverr e ele tentou usar o eff do Dora e eu respondi com fiendish chain. Triverr voltando call e fiendish é meio que jogo. Fim.

Round 3 – Burning Abyss Phantom Knights (2×1) – G1- (1st) Como podem ver, foi um dia de sorte, eu comecei essas primeiras rodadas. Infelizmente a sorte não estava nessa mão inicial. Dessa vez eu só setei algumas traps e passei. No outro turno eu fiz norden + altair pra fazer algum xyz que eu não lembro e setupar os calls. Na end phase de um turno dele eu fiz call norden trazendo altair a fim de evitar a fog blade que ele havia setado. Caso eu comprasse um lvl 4 eu poderia fazer um delteros, forçar a fog blade e por diamond em cima. Draw: photon fucking thrasher. Perdi o G1.

G2 -(1st) Eu não lembro muito bem desse jogo, ele foi bem demorado, mas lembro que no final eu ganhei com diamond.

G3 – (2nd) Ele começou com uma mão bem fraca e aos poucos eu fui gerando vantagem e ganhei esse jogo.

Round 4- Metalfoes Ariadne (0x2) – G1 – (2nd) Ele começou com uma mão fraca, bunbunku e setou 3. Minha mão veio pior do que isso então eu fiz unukalhai, setei 4 e passei a fim de não triggar a metalfoes counter que possívelmente estava setada. No turno dele ele conseguiu pendular, a pendulo summon passou, então ele fez tribute summon do kirin. Como tinha um kirin na mesa + counter buscada via ariadne e o meu jogo não estava andando eu perdi esse jogo.

G2- (1st) Minha mao foi 3 monstros (altair,altair,deneb), call e typhoon. Eu fiz deneb buscando vega, setei as 2 e passei. Ele botou kirin em uma escala e um metalfoes na outra, tomou typhoon no metalfoes, invocou um metalphoes de 1900, setou 2 e passou. No meu turno comprei unukalhai, então eu bati com a deneb no 1900, tentei fazer vega tomei mind over matter e passei. No turno dele ele comprou escala metalphoes, pendulou kirin e companhia e eu perdi.

Round 5- Mermail (2×1) – G1 (1st) Minha mão foi call, call, compulsory, vega e twin twister. Setei calls e compulsory e fiquei com vega e twin, caso eu comprasse algum lvl 4 tentaria fazer tsukuyomi descartando twin. No turno dele ele fez normal neptabyss e eu dei compulsory tentando ganhar tempo e torcendo pra ele não ter mais jogada. Ele passou. No meu turno eu comprei dark hole, setei o vega e o dark hole e passei. No turno dele ele fez muita vantagem e matou o dark hole virado para baixo. No meu turno eu desisti.

G2 – (2nd) Meu side vs mermail eram muitas handtraps. Ele começou de abyssgaios e 1 setada. No meu turno eu fiz deneb que tomou gaios, dei instant fusion e fiz dweller, setei 3 e passei. No turno dele eu fiz o dweller ele deu gaios e eu neguei com uma fiendish chain. Com o passar do jogo eu fiz delteros matando um megalo, fiz diamond  e ganhei. Obs: O Dieamond anula o nebtapyss, pois previne o custo de ser pago, assim impedindo o eff de ser ativado.

G3 – (1st) Fiz dweller setei algumas e passei. No turno dele ele bateu no dweller com um dragoons. No meu turno eu tentei fazer jogada e tomei challice no altair. Daí eu bati no dragoons e ele deu challice no dragoons. No turno dele eu tive que sobreviver com as traps, e no fim uma fiendish ganhou o jogo ao impedir o megalo de buscar 1 spell/trap e ainda de pagar seu custo, que iria gerar uma normal extra. Quando eu joguei novamente, rolou triverr voltando call e fiendish e fazendo diamond em seguida e acabou o jogo.

Depois de um score 4-0-1 no suíço, vamos ao top8.

Top 8

Anti meta statue (2×0) – G1 – (2nd) Ele começou com muitos monstros, sem demise, invocou um bicho que proibia special summon e passou. Eu fiz normal unukalhai, bati e ativei instant fusion na MP2 fiz delteros matei a setada setei 2 e passei. No turno dele ele comprou, olhou pro delteros e desistiu.

G2 – (2nd) Ele começou de thunder king raioh e 3 setadas. Eu dei dark hole no raioh e ele o salvou com uma trap de phanthom knights. O jogo foi seguindo, quando de repente ele começou a olhar o grave. Nesse momento eu também olhei e percebi que as uns 2 ou 3 turnos atrás ele tinha ativado duality enquanto o raioh estava na mesa e nos não percebemos. O juiz foi chamado, ele tomou gameloss e eu um warning pela situação de game state irreparável.

Top 4

Burning abyss phantom knights – (1×2) – G1 – (2nd) Ele fez dante e 2 sets. No meu turno eu ativei um twin twister, fiz delteros e na MP2 diamond. Esse jogo acabou pouco depois disso.

G2 – (2nd) Esse jogo foi um grande exemplo de como os deuses do yugioh punem jogadas erradas. Ele começou bem mal, e eu comecei ok. Porém, em um determinado momento eu fiz uma rafflesia que deveria ser qualquer outro xyz, pois os 2500 de def dele atritaram o jogo e ela ficou na mesa. Quando voltou pra mim eu comprei um photon thrasher pra punir o meu erro. Como diria o PRRJ, a do topo do deck virou o thrasher quando eu fiz a rafflesia hahaha. Se a rafflesia não tivesse la eu poderia fazer thraser invocar altair e forçar a fog blade no altair. Se rolasse a fog blade eu poderia fazer um xyz e seguir caminho. Se não rolasse, eu ia fazer o delteros forçar a fog blade e depois fazer diamond. Mas graças a rafflesia eu tive que passar sem fazer nada para não desperdiçar o altair. A partir daí o jogo saiu do meu controle. Acabei perdendo esse jogo.

G3 – (1st) O g3 começou nos turnos após o tempo da rodada ter acabado. Normalmente eu não perderia esse jogo, porém no tempo contra o ba era mais provável que ele ganhasse do que eu. Eu comecei dando foolish no vega, fiz altair + vega + deneb = triverr, descartei um boots, setei um compulsory e passei com um maxx “c” na mão. Como eu disse, dificilmente perderia esse jogo. Ele deu twin twister no compulsory, fez nightmare shark pra cima do maxx c, buscou fog blade e passou. Infelizmente meus draws foram altair, unulk e bottomless, então não consegui passar por cima da fog blade e perdi pelos 2000 de dano.

Apesar dessa derrota, fiquei feliz com os desempenhos meu e do deck, mas ficou um gostinho de queria mais hahaha. Eu joguei o campeonato depois de uma noite sem dormir treinando com a galera (Caio, Girafa, CH e demais) então já era uma vitória não ter dormido no meio do campeonato ^^. Pra você que chegou até aqui, obrigado por ler, espero que tenha gostado, divulgue pros amigos para que o Yu-Gi-Oh! continue movimentado aqui em Goiânia e até a próxima!

O Yu-Gi-Oh está se tornando pay-to-win?

E aí galera, aqui é o Victor e hoje vou lhes trazer um artigo sobre um assunto que veio à tona com esse YCS-São Paulo que contou com um top 4 FULL KOZMO! Primeiramente, gostaria de dizer que o conteúdo desse post é baseado na minha opinião como jogador, ou seja, tudo irá partir do meu ponto de vista em relação ao jogo.

OeA94np

Recentemente, com a predominância do Kozmo no top do YCS – São Paulo, começou a surgir em diversas comunidades o assunto “Estaria o jogo se tornando pay-to-win?”, devido aos preços exorbitantes das cartas desse deck e sua taxa assustadora de vitórias nesse último final de semana. Para aqueles que não estão familiarizados com o termo, pay-to-win está relacionado a um estado onde aquele que gasta mais dinheiro num jogo por exemplo, tende a ganhar quase sempre, tornando a habilidade necessária para o jogo ridiculamente menor. Muitos estão pensando que ao gastar quilos de dinheiro num deck Kozmo (literalmente xD) você automaticamente obterá sucesso num grande torneio por exemplo. Porém não é bem assim que a banda toca meu amigo, apesar do deck ser um dos melhores do formato, primeiramente ele não é invencível, nem ao menos tier 0, como foram Dragon Ruler nerfado e o Tele-dad, e também  a habilidade necessária na maioria das vezes não é para usar um deck X, e sim para jogar o jogo cometendo o mínimo de erros possíveis independente do deck que esteja sendo utilizado. Claro que existe uma grande diferença na quantidade de habilidade para se “pilotar” um shaddoll do que para jogar com um fire fist, mas a habilidade de saber jogar o jogo em si acaba pesando muito mais na maioria das partidas.

O fator tomada de decisão e experiência no jogo

O que eu quero dizer com saber jogar o jogo em si? Bem, podemos começas com fatores básicos, como no começo de cada turno checar quantas e quais cartas existem no campo, cemitério, mão e recentemente extra deck virado para cima, dos dois jogadores, não setar cartas antes de jogar um monstro ou atacar (claro que há exceções), até princípios mais avançados como fazer a leitura de cartas que possam estar na mão do oponente pelo seu jeito de jogar ou jogar em volta de uma carta X que parece existir na possibilidade após uma boa leitura do oponente.

(mais…)

Mega Report – Final da 3ª temporada e iníco da 4ª da Liga Goiana

E aí galera, aqui é o Victor e depois de um bom tempo, está começando mais um report aqui no blog Duel Domain.

Dessa vez, venho trazer as informações da 3ª temporada, que acaba de chegar ao fim, e do início da 4ª temporada que começou no último sábado dia 03/10/2015. Em primeiro lugar gostaria de parabenizar os jogadores que conseguiram sua vaga para a Grande Final da Liga Goiana, João Victor Santana Andrade (Five Friends of João), através da vaga individual para o jogador com mais pontos durante a temporada, e Felipe Kuninory Akitaya (Duel Rulers), através da vaga destinada à guild com mais pontos na temporada.

Continuando, iremos divulgar agora, os tops durante esses últimos 2 meses que o blog esteve parado, juntamente com decklists e videos de finais.

(mais…)

Novos Videos no Canal

E aí galera, aqui é o Victor trazendo a notícias que mais dois novos videos foram postados no nosso canal do youtube:

Deck profile/report do Big champs – https://youtu.be/qbPAsq4rDDo

Final do big champs – https://youtu.be/C1fjejXfK5E

Assistam, curtam, compartilhem, digam o que gostaram e o que não gostaram, quem não estiver inscrito no canal, se inscreva pois sempre tem video novo, até a próxima!