Report – Semanal (18/07/2015)

E aí galera, aqui é o Victor e está começando agora mais um report aqui no Duel Domain.

Hoje venho lhes trazer o report do campeonato que ocorreu dia 18/07/2015 na Paladins Games Store, que contou com a presença de 27 jogadores e foi composto de 5 rodadas no formato suíço e 2 rodadas no top 4, onde pela primeira vez nessa temporada tivemos um campeão com 100% de aproveitamento.

Augusto Cesar ganhou todas as 7 matchs que disputou. (Mesmo jogando muito mal a match final!)

Link do Game 1 da final: https://youtu.be/T7__2hdXHMI

Link do Game 2 da final: https://youtu.be/Cfa5aEhAQtE

Abaixo estão os jogadores que atingiram o top 4 e seus respectivos decks:

Augusto Cesar – 1º lugar – Hero

semanal augusto

Gabriel Sena – 2º lugar – Burning Abyss

Caio Medici – top 4 – Harpie

semanal caio

Gabriel Guimarães – top 4 – Satellarknight

Esse foi o semanal que contou com o maior número de participantes até hoje, o que mostra o quanto o yugioh está crescendo na cidade. Espero que cada vez mais pessoas continuem vindo jogar conosco, parabéns aos felizardos do top 4 e até a próxima!

Obs: Dia 25/07 tem Yu-Gi-Oh Day então espero todo mundo lá!

Report – Big Champs (11/07/2015)

E aí galera, aqui é o Victor e hoje venho trazer o report do big champs do dia 11/07/2015 que rolou na Paladins Games.

Foi um campeonato com 19 participantes, sendo assim foram 5 rodadas no formato suíço e 2 rodadas no top 4.

Os decks usados foram: 5x satellarknight, 3x Ritual Beast, 2x shaddoll, 1x Nekroz, 1x Evilswarm, 1x Blackwing, 1x Chronomaly, 1x Burning Abyss, 1x Spellbook, 1x Fire Fist, 1x Hero, 1x Madolche.

Após as 5 rodadas no suíço os confrontos no top 4 foram: Victor Rodrigues (Shaddoll) X Frederico Alves (Fire Fist) e Lucas Alencar (Ritual Beast) X João Victor (Shaddoll). Depois disso, a final foi Victor Rodrigues (Shaddoll) X Lucas Alencar (Ritual Beast). No final, o campeão foi Victor Rodrigues (Shaddoll).

Abaixo estão as decklists dos 8 primeiros:

Victor Rodrigues – 1º Lugar – Shaddoll

BC-victor

Lucas Alencar – 2º Lugar – Ritual Beast

BC-ditto

João Victor Andrade – Top 4 – Shaddoll

BC-joao  victor

Frederico Alves – Top 4 – Fire Fist

BC-fred

Luis Paulo de Carvalho – Top 8 – Ritual Beast

BC-luis paulo

Jade Marinho – Top 8 – Madolche

BC-jade

Lucas Arruda -Top 8 -Ritual Beast

BC-girafa

Gabriel Guimarães – Top 8 – Satellarknight

BC-gabriel guimaraes

Recentemente, a Alter Reality Games (ARG) anunciou que suspendeu os artigos de yugioh por tempo indeterminado, então, para tentar ajudar nem que seja um pouco a galera daqui, tentarei retomar pelo menos o que eu escrevia sobre as participações no campeonato.

Minha Participação:

Meu deck para esse torneio foi bastante baseado na matchup contra satellar, pois como vocês podem ver é o deck que geralmente aparece em maior quantidade por aqui e também é uma das piores match-ups devido ao stellarknight triverr e ao Stellarknight Constellar Diamond. Aconteceu que eu não enfrentei satellar nem ao menos uma vez durante o torneio todo, então não consegui comprovar se o esforço inicial deu certo.

Round 1 – Ritual Beast (2×0) – Lucas Arruda

Game 1 – (Fui o primeiro a jogar) Eu comecei de construct e falco com uma sinister shadow games setada. Ele começou bem fraco, setou 4, invocou um monstro, não me lembro qual, e passou. Na end phase desse turno eu fiz shadow games beast flipando falco que renasceu beast. No meu turno um black rose dragon praticamente matou a partida mesmo com o macro cosmos dele.

Game 2 – (Fui o segundo a jogar)  Esse jogo acabou bem rápido também, só me lembro de uma winda que bateu várias vezes e um soul charge pagando 4000 pontos de vida.

Round 2 – Nekroz (2×1) – Luciano Freire

Antes de falar sobre esse jogo eu quero fazer um pequeno comentário. Vocês devem ter notado que eu não usei mistake no main e nem no side. Esse fato se deve à duas coisas: A primeira é o quão ruim a mistake é contra satellar. Vocês devem estar me xingando nesse momento, porque a mistake ferra muito com o deneb e os ROTAs, etc. Calma, que eu explico! Geralmente eu gosto de ser o segundo, somente em poucas oportunidades eu quero começar, como por exemplo contra evilswarm igual foi no Round 3. Se eu quiser usar a mistake, primeiramente eu vou ter que começar para ter uma minima chance contra satellar. Caso você não abra com a mistake vai estar em sérios problemas. Se você for o segundo com a mistake, vai setar ela, na end phase tomar call oasis, no turno seguinte tomar triverr e em seguida diamond e aí o jogo praticamente acaba, porque o triverr fez um +2, + 1 do call oasis reciclado e -1 da carta do descarte e ainda vc terá que matar um fucking diamond. O segundo fator é que a mistake é muito mais fácil de evitar que uma shared ride por exemplo. A mistake toma hands, toma MST e amigos, royal decree, denko sekka, etc. A shared ride com um campo é muito melhor pois eu posso praticamente vencer a partida, já que se ele for pra cima eu vou comprar muitas cartas, se ele não for eu ganho no turno seguinte, ou pelo menos compro na hora que ele for adicionar o valkyrus, etc. E se ele vier para cima ainda tem a possibilidade de comprar uma das 5 hand traps que eu uso contra nekroz, 3 veiler e 2 lancea. Enfim, vamos ao jogo.

Game 1 – (Fui o segundo a jogar) – O jogo foi bem equilibrado, mas acabou quando eu fiz uma anoyatillis em resposta à um Nekroz Mirror.

Game 2- (Fui o primeiro a jogar) – Nesse jogo eu fui trucidado, no turno 2 ele fez denko sekka + raigeki. Geralmente só o raigeki já é o suficiente contra shaddoll, mas a denkko ainda fez eu morrer em apenas 2 turnos.

Game 3 – (Fui o segundo a jogar) – Esse jogo começou favorável para ele, mas ao longo da partida ele foi gastando os rituais, eu neguei 2 trishulas se não me engano e o jogo mudou depois de um soul charge de 3000 pontos de vida e de uma shared ride com campo. O problema foi que pouco depois desse soul charge começaram os 4 turnos, e as vidas eram 7100 para ele e 2200 para mim. No meu primeiro turno dentro dos 4 turnos eu consegui deixar ele com 3000 e fazer um anoyatillis. No último turno ele tinha uma carta na mão e eu ataquei, e não era um valkyrus aí ele morreu. Caso fosse um valkyrus eu poderia fazer el fusion em chain e acabar com o jogo do mesmo modo.

Round 3 – Evilswarm (1×1) – Rhômulo Thiago

Apesar da partida ter sido bem difícil gostei muito dela, pois nunca tinha enfrentado esse adversário e ele jogou muito bem e eu realmente gosto de partidas bem jogadas.

Game 1 – (Fui o primeiro a jogar) Foi um jogo bem difícil mesmo comigo jogando primeiro, mas no final eu consegui fazer shaddoll fusion graças à uma breakthrough skill. A Breakthrought skill foi e é uma das melhores cartas nesse deck, pois ela me permite fazer shaddoll fusion do deck contra vários decks que normalmente não seria possível e ainda resolve o problema que é o clausolas ou unicore.

Game 2 – (Fui o segundo a jogar) Esse jogo era para eu ter ganho, pois em um certo momento ele jogou muitos monstros e eu tinha um torrential tribute, mas eu achei que ele tivesse buscado a infestation pandemic e não ativei o torrential, pois se ele fizesse a suposta pandemic eu morreria naquele turno. Caso tivesse ativado o torrential eu teria destruído 4 monstros dele e ganho 3 efeitos de shaddoll (squamata, shaddoll e hedgehog). Já que eu não ativei, eu perdi essa partida no tempo e o Round 3 foi um empate.

Round 4 – Ritual Beast (2×1) – Luís Paulo

Game 1 – (Fui o segundo a jogar) Novamente, um jogo vencido por winda atacando muitas vezes.

Game 2 – (Fui o segundo a jogar) Dessa vez eu não tive chance, pois ele começou com dimensional fissure e eu como 2 fusões, foolish, sinister shadow games, maxx “c” e lancea. No turno dele eu fiz lancea. Depois disso eu fiz shadow games mandando dragon na end phase e destruindo a fissure. No começo do meu turno eu comprei um falco e ele ativou macro cosmos. Depois disso eu desisti pois o tempo estava acabando.

Game 3 – (Fui o segundo a jogar) Esse jogo foi bem rápido com um “mathematician control” e a mão dele vindo bem ruim.

Round 5 – Ritual Beast (2×0) – Lucas Alencar

Curioso, bastante cartas ruins no main deck contra ritual beast e nenhum “game plan” contra esse deck e eu enfrentei 3 somente antes do top, que sorte não?

Game 1 – (Fui o primeiro a jogar) Eu não faço ideia de como ganhei esse jogo sinceramente. A minha mão foi a pior do meu torneio inteiro, e uma das minhas piores da minha vida e para piorar tudo que podia deu errado no começo do jogo. Ele começou de canahawk banindo pilica e setando 2. Na minha mão tinham 2 mathematican e muitas cartas ruins, acho que eram 1 beast, 1 breakthrough, 1 effect veiler. Eu fiz mathematician = squamata, beast  e comprei o último mathematician, setei a breakthrough e passei. No turno dele ele fez  canahawk que tomou breakthrough, daí fez gold sarcophagus banindo pilica e setando 2. No meu turno eu comprei um MST, bati no canahawk para tentar forçar a steeds e ele deixou o canahawk morrer. Então eu setei o MST e passei. No turno ele invocou outro canahawk e baniu o pinguim. Na end phase dele eu tentei destruir uma das setadas e era uma steeds que matou meu mathematician. No meu turno eu fiz mathematician mandando dragon convencido de que a setada não era uma ambush, porque se fosse eu já teria perdido há muito tempo. Adivinhem qual era a setada? Ambush é a resposta certa. A partir desse momento eu não me lembro de quase nada da partida, só sei pelas minhas anotações que eu fiz um soul charge de 5000 pontos de vida e um arcanite magician + winda fecharam o jogo, mesmo após da construct e do beast levarem mirror force.

Game 2 – (Fui o primeiro a jogar) Tudo que lembro desse jogo foi que bati 2 vezes direto com um squamata, 1 vez com mathematician e 2 vezes winda e que no final do jogo tinha um macro cosmos e shadow mirror na mesa. Eu realmente não me lembro de mais nada.

Top 4  – Round 6 – Fire Fist (2×0) – Frederico Alves

Outra vez que eu enfrentei esse oponente num campeonato ele ficou alegre e disse que era porque a partida dele ia ser contada aqui no blog. Infelizmente aconteceu de a semana seguinte ser uma semana bem apertada para mim e não consegui fazer o report daquele campeonato. Bom, espero que ele goste de sua partida aparecer aqui hoje.

Game 1 – (Fui o segundo a jogar) Foi a primeira vez que eu usei o black luster soldier – envoy of the beginning no campeonato: resultado, esse jogo acabou brevemente, com um otk de BLS, construct e squamata para 8400 de dano. Vale lembrar que a mão dele veio lotada de monstros, o que o deixou sem defesas.

Game 2 – (Fui o segundo a jogar) E minha mão veio cheia de destruição de spell/trap e junto com o crush card virus o jogo acabou facilmente.

Final – Round 7 – Ritual Beast (2×0) – Lucas Alencar

Game 1 – (Fui o primeiro a jogar) Esse jogo foi realmente um saco, ficou bem travado com winda de um lado e macro cosmos de outro. Eu sei que ele acabou com um BLS e uma shekhinaga e o macro cosmos ainda estava lá, muito estranho hehe.

Game 2 – (Fui o primeiro a jogar) Esse jogo minha mão veio bem legal e a dele bem ruim então foi só uma questão de tempo até esse jogo acabar.

Considerações finais sobre o torneio: Soul charge foi a melhor carta, em todas as partidas que eu usei ela o jogo ou virou drasticamente ou impôs ainda mais o jogo à meu favor e todas as vezes que eu trouxe o dragon na soul charge ele não ajudou muito, da próxima vez pensarei melhor em trazer ele ou não.  Mind control foi uma carta que está me deixando pensar duas vezes se vai ficar no main deck, porém vou esperar mais um pouco para decidir por que eu joguei a maioria das matchups onde ela era ruim então melhor não julgar precipitadamente.

Eu sei que algumas partidas faltaram detalhes, mas vocês devem me perdoar afinal a cabeça de quem enfrenta 4 ritual beasts em um campeonato é um pouco afetada no processo, espero que tenham gostado tanto do campeonato e do report, gostaria de ver cada vez mais pessoas nos campeonatos, parabéns aos que se destacaram no campeonato e até a próxima!

Novo sistema de pontuação e Report – Semanal – 04/07/2015

E aí galera, aqui é o Victor e está começando mais um post aqui no duel domain.

Hoje falaremos sobre o novo sistema de pontuação e do semanal realizado na paladins games dia 04/07/2015.

Primeiramente gostaria de parabenizar os ganhadores das vagas destinadas ao jogador e guild com maior pontuação da segunda temporada, Carlos Henrique de Araújo Freitas e Bruno Alves Santos, ambos da guild Players da Zoeira.

A 3ª temporada da liga goiana começou nesse último final de semana e com ela veio um novo sistema de pontuação que busca deixar a disputa pelas vagas para a final da liga ainda mais equilibrada e disputada. O novo sistema se baseia em 2 critérios: O esforço dos jogadores e a dificuldade do campeonato participado.

Assim como em outros tipos de disputas, agora, os jogadores irão pontuar de acordo com pontos adquiridos em cada partida ao decorrer de um campeonato e caso cheguem ao Top receberão um bônus. Nesse novo sistema todos os jogadores ganharão pontos, mesmo não atingindo o top, o que tornará a disputa ainda mais acirrada.

As pontuações serão formadas pela seguinte expressão: P = 3*V + 1*E +B, onde:

P <- pontuação adquirida no campeonato;

V <- número de vitórias do jogador;

E <- número de empates do jogador;

B <- bônus correspondente à sua colocação no top (caso este atinja o mesmo).

Os bônus do top servirão para premiar diferenciadamente o top e para equilibrar as pontuações do top.

O 3º e 4º lugar receberão +2 ptos, o 2º + 1 pto. e o 1º +0 pto.

O Big Champs e o Guild Wars terão um peso proporcional ao que representava na temporada passada com as seguintes fórmulas:

(Big Champs) – P = 9*V+3*E+3*B

(Guild Wars) – Pg = 16*Q, 75% para o 1º e 25% para o 2º, onde:

Pg <- pontuação da guild;

Q <- quantidade de guilds na disputa.

Os 16 pontos representam a pontuação média de um 2º lugar no novo sistema, e será subtraído das guilds ao começo da guild wars assim como era com os 3 pontos antigamente.

Para que fique ainda mais claro, o novo sistema de pontuação será demonstrado usando os jogadores que atingiram o top do semanal do dia 04/07/2015.

O acompanhamento do sistema continua o mesmo no link: http://dueldomain.com/SistemaLiga/

Report – Semanal (04/07/2015)

Foi disputado um campeonato com 18 jogadores, 5 rodadas no formato suíço seguido de um top 4, e as primeiras posições foram alcançadas pelos jogadores abaixo com seus respectivos decks:

Gabriel Leal Sena – 1º Lugar – Nekroz

P=3*6+1*0+0= 18 pontos

Caio Nogueira Médici – 2º lugar – Harpies

P=3*5+1*0+1= 16 pontos

Lucas Carvalho Fortes da Arruda – Top 4 – Ritual Beast

P=3*4+1*0+2= 14 pontos

Arthur Santana Andrade – Top 4 – Hero

P=3*4+1*0+2= 14 pontos

E assim chegamos ao fim de mais um post, espero que tenham gostado do novo sistema de pontuação, que cada vez mais pessoas venham jogar conosco,  parabéns para os jogadores que alcançaram top nesse semanal e até a próxima!

Report Big Champs 13/06/2015

E aí galera, aqui é o Victor e está começando mais um report aqui no Duel Domain.

Nesse sábado, dia 13/06/2015, tivemos o big champs do mês de maio que contou com 17 participantes. Foi um torneio disputado em 5 rodadas no formato suíço e top 4.

Após as 5 rodadas no suíço foram ao top 4, Vinicius Rodrigues (5-0), Gabriel Leal (4-1), Arthur Andrade (4-1) e Jade Marinho (3-2). As semifinais ficaram da seguinte forma: Vinicius X Jade e Gabriel X Arthur. Vinicius e Gabriel avançaram e a final foi vencida pelo Gabriel com seu deck de Nekroz.

Abaixo estão as decklists do top e, a pedido de muitos, as decklists também do top8:

Gabriel Leal – 1ºlugar – Nekroz

bc-13-06-2015-gabriel

Vinicius Rodrigues – 2º Lugar – Heroic Fist

heroic fist

Arthur Andrade – top 4 – Hero

bc-13-06-2015-arthur

Jade Marinho – top 4 – Satellarknight

bc-13-06-2015-jade

Carlos Henrique de Araújo – top 8 – Burning Abyss

bc-13-06-2015-ch

Guilherme Divino – top 8 – Satellarknight

bc-13-06-2015-guiga

João Victor Andrade – top 8 – Fire Fist

bc-13-06-2015-jv

Lucas Arruda – top 8 – Yosenju

bc-13-06-2015-lucas

Parabéns à todos os participantes, espero que tenham gostado do report, compartilhem com os amigos e até a próxima!

Heroic-Fist

E aí galera, aqui é o Victor e hoje vou fazer um mini deck profile/explanation de um deck que eu fiz para jogar o big champs do dia 13/06, mas infelizmente acabou que eu não pude jogar, mas isso não impediu esse deck de ser posto à prova.

Basicamente a história por trás do deck é essa (bem grandinha até):

Assim que foi liberado o booster World Superstars houve muitas discussões sobre as boas cartas novas no tcg, muitos ficaram basicamente no combo Seraph (stick-chair), porém a galera com menos grana, vulgo eu, se interessou mais por as novas cartas heroic, monstros que adicionam consistência aos decks, Heroic Challenger Halberd e Heroic Challenger Thousand Blades. Eu comprei um playset pouco depois do release, lembro até de brincar com o CHsapo de que algum dia eu iria fazer um anti-meta com FF Bear (uma das minhas cartas favoritas) e esses bichos, mas na época foi só uma brincadeira, eu ainda estava meio convencido de que os rogues estavam fadados ao fracasso desde o release do duelist alliance que elevou o teto do jogo muito mais do que os booster anteriores vinham fazendo, como legacy of valiant e primal origins.

download

Com o lançamento de secret of forces as estratégias anti meta melhoraram consideravelmente com o yosenju e o ritual beast. Nessa época, eu optei pelo yosenju que era um deck com preço mais em conta e ainda tinha a temática de beast-warriors que me agrada bastante. Porém, depois de algumas semanas jogando com o deck, eu não me sentia confortável pois o deck tem uma péssima engine para jogar yugioh. Esse trecho pareceu um pouco abstrato, então vou explicar o que quero dizer com isso. Primeiramente, o deck não possui nenhum stand alone, o que significa que se você perder seus recursos, você não estará apto a voltar ao jogo. Além disso todas as jogadas minimamente decentes envolvem 2 ou mais monstros, e apenas jogadas com o kama 3 te permitem “jogar o yugioh moderno”, que é onde se cria recursos. Porém o deck ainda obtinha muitas vitórias simplesmente pela quantidade enorme de floodgates que ele conseguia suportar (macro, d. fissure, vanity, etc).  Eu sempre gostei de floodgates, mas após jogar bastante com o deck, eu não quis seguir adiante, pois não me agradava “travar” o oponente se meu deck também não jogava. Você percebe claramente que a partida do yosenju e bater com monstros enquanto o oponente não joga, e eu realmente não queria perder simplesmente por não puxar a floodgate, visto que meus monstros são inferiores aos do oponente, eu não estaria apto por usá-los sozinhos para ganhar a partida.

Por trás da construção do deck

heroic fist

Na sexta-feira, um dia antes do big champs, eu resolvi tentar finalmente fazer um anti meta com fire fist, um engine que cria vantagem com certa facilidade, e então pensei nos heroics para aumentar a quantidade de monstros, pois não me senti seguro apenas com 7 monstros (virtuais 10 se contadas as tenki), então eu tirei o FF boar e coloquei os heroics (que adicionam mais consistência e poder ao deck, visto que o halberd e um stratos de battle phase e junto com o thousand blades ajuda a acessar o extra deck) para totais 10 monstros, numa contagem real.  Eu optei por 1 wolfbark mesmo com os necrovalley e fissure de main deck, já que eu poderia buscá-lo com a tenki numa situação onde não houvessem as floodgates ditas anteriormente.

Esse deck se baseia principalmente na match-up contra satellar, que é o deck meta que aparece em maior quantidade e também aquele que a engine de fire fist tem a maior desvantagem contra, por causa da ragnazero feita sem gastar absolutamente nenhuma carta (na realidade fazendo +3, +1 draw pelo efeito, -1 do monstro destruído, e + 1 do monstro buscado pela deneb). Eu não foquei muito na match-up contra nekroz, tanto que eu nem coloquei mind crush no main e nem no side, visto que é uma carta bem ruim contra satellar já que você leva o call Oasis no monstro descartado geralmente, porém não pode simplesmente dizer que essa match-up foi completamente ignorada, já que o deck não usa MST justamente para não acumular muitas cartas desfavoráveis nessa match-up.

Uma carta que eu considerei bastante usar de main foi o light – imprisoning mirror, já que ela atinge a minha prioridade, a match-up contra satellar e me defende de uma carta muito forte contra esse deck, o evilswarm exciton Knight . Vocês devem estar pensando, mas ela seria horrível em qualquer outra partida, certo? Mas na realidade, não é como se ela fosse completamente inútil contra os outros decks, algum valor poderia ser tirado no game 1 para que ela não fosse um -1 todas as vezes que não fora contra satellar. Contra shaddoll ela nega os efeitos da construct, felis, Black luster,etc, contra BA ela atinge o Dante e o virgil, contra nekroz ela barra os efeitos dos normal summons manju/senju e do arc light enviado pelo kaleido, ou seja, pelo menos era possível fazer 1-1 nas outras machtups, mas no final eu acabei não o incluindo no main por falta de espaço.

Na prática

Como eu disse no começo, não foi possível que eu jogasse o big champs, porém isso não salvou o deck de ser testado, eu pedi para que meu irmão, o  Vinicius, usar o deck para eu ter uma noção do desempenho dessa build. Foi tanto estranho que o deck nem ao menos foi testado, foi montado apenas na teoria já que a decisão foi feita apenas um dias antes do torneio.

O Vinicius acabou ficando com o segundo lugar no campeonato, perdendo na final para um Nekroz, depois de terminar o suíço invicto. As partidas foram as seguintes:

Suiço

Vs. DinoRabbit Anti meta (2×0), Vs. Ritual Beast (2×0), Vs. Satellar (2×0), Vs. Nekroz (2×0), Vs. Satellar (2×1)

Top 4

Vs. Satellar (2×0),Vs. Nekroz (1×2)

Obs: O report do torneio sairá logo, então fiquem ligados!

E assim, vamos chegando ao fim de mais um post aqui na duel domain, espero que tenham gostado, compartilhem com os amigos e até a próxima!