E aí galera, aqui quem vos fala é o Victor e como eu havia prometido no último post, vou fazer uma explicação do Deck Chaos Nekroz Hero.
Primeiramente eu gostaria de esclarecer que a engine nekroz não apresenta os 2 brionacs porque esse deck não foi feito inicialmente para a competição, tudo começou com um simples forfun entre amigos.
Um pouco da história:
Logo após o lançamento da coleção The Secret Forces, um amigo meu, que já havia planejado montar o Nekroz assim que fosse lançado comprou algumas boxes dessa coleção para tentar conseguir o que precisava. Nisso, após completar o deck ele estava passando as demais cartas a fim de recuperar um pouco da grana investida no Nekroz. Em uma tarde, o Augusto disse que gostaria de jogar com um deck maluco de relinquished que ele havia montado no DN e YGOPRO, então ele procurou as cartas da engine nekroz/ritual com esse amigo que tinha montado o nekroz. Mais tarde naquele mesmo dia, fomos eu, o Augusto e o Mario (o jogador de Nekroz) para a casa de um amigo nosso, para jogar/treinar e no outro dia jogar um campeonato na Paladins.
No início eu critiquei muito a bagunça que estava o deck, antes mesmo da engine hero, onde o núcleo era as jogadas em volta do relinquished. Com o passar da noite, fomos percebendo o quão consistente era a interação nekroz of unicore + nekroz kaleidoscope e que mesmo o deck meio bagunçado, conseguia ser suportado por essa interação. Nesse momento surgiu uma brincadeira. Alguém disse: “Esse deck tá bom, só tá precisando tirar esse relinquished!”
O Augusto aceitou a ideia e começou a testar varias cartas diferentes no deck, para vocês terem uma ideia, até Lightpulsar ele colocou. Depois de muita insistência minha ele tirou esses dragões que ferram com a consistência do deck, e então eu sugeri, meio que numa brincadeira também, para ele adicionar 3 a hero lives + 2 shadow mist + 2 mask change. Pensem só, djin lock + dark law em campo! U.U
Naquela época ainda se podia usar 3 Vanity’s Empitness e o Augusto ficava puto de tomar Vanity e perder, então eu sugeri a engine do Armageddon Knight + Farfa + Shaddoll Dragon.
A carta chave
A carta principal do deck é o summoner monk. Ele faz com que mãos horríveis se tornem “jogáveis”. O deck é composto por multiplas spells que fazem parte de combos de 2 ou mais cartas, e em geral devem ser adicionadas ao inves de compradas, então quando você compra elas você está apenas com metade de uma jogada o que é quase como nada então o summoner monk pode transformar todos esses “meio combos” em Dark Law (shadow mist+mask change), ou um rank 4 antecedido por um MST (armageddon+dragon).
A melhor interação secundária
Quando eu digo secundária, não estou me referindo a importância da jogada, mas sim à frequência em que ocorre. Com Nekroz Cycle na mão e Nekroz of Unicore no cemitério, você pode fazer várias jogadas legais, como por exemplo tributar aquele Shaddoll Dragon que infelizmente veio na sua mão, então trazer Unicore e destruir uma spell/trap no campo. Você também pode ter acesso a um rank 4 rapidamente ao invocar Wyverbuster ou Collapserpent e tributá-lo para trazer Unicore do cemitério e buscar o outro dragão para mão.
Um complemento
Uma carta que auxilia muito o deck é o Lavalval Chain, que infelizmente, não estava ao alcance do Augusto no campeonato do último final de semana. Assim como no nekroz ele torna o Djinn lock muito mais fácil e existem inúmeras interações desse Xyz com as demais cartas do deck. Com o acréscimo de Upstart Goblin no deck você pode até buscar o Black Luster Soldier – Envoy of the Beginning à sua mão, ou caso precise de uma defesa trazer o Effect Veiler. Essa é uma jogada até comum, mas para quem não conhece, basta usar o segundo efeito do Lavalval Chain para colocar o monstro desejado no topo do deck e então ativar Upstart Goblin e “buscá-lo”.
E assim vamos chegando ao final de mais um post aqui no duel domain, espero que tenham gostado e até a próxima!





